::Perfil::




Nome:...Eudes...
Idade:...43...
Cidade:...Vila Vargas Dourados...
Gosto:...Passear e diversão...
Odeio:...a inveja...
Filmes:...indique...
Músicas:...sua preferida...


::Amigos::

Angel Rose®
Melodiahot®
Serenata ao Luar®


::Sites Legais::
.::UOL - O melhor conteúdo::.
.::BOL - E-mail grátis::.
.::blog do nte::.
.::fotoblog::.
.::slideshare::.
.::Leia sobre a formaçao da família::.
.::Eduque seu filho da maneira correta::.
.::a formação da familia::.
.::educação dos filhos::.
.::Disciplina na Educação dos Filhos::.
.::Educação dos filhos - o que faz a diferença::.




::Já Passou::
20/07/2008 a 26/07/2008
12/08/2007 a 18/08/2007
06/05/2007 a 12/05/2007
29/04/2007 a 05/05/2007
22/04/2007 a 28/04/2007
15/04/2007 a 21/04/2007


::Créditos::





::Votação::

Dê uma nota para meu blog






::Contador::





Escrito por silva.eudes às 20h12
[] [envie esta mensagem]




MOTIVAÇÃO INFANTIL

MOTIVAÇÃO INFANTIL: sua importância para a vida adulta A motivação humana é observada desde tenra idade, sob diferentes formas. O bebê que busca a satisfação de sua fome, somada ao aconchego de um colo quente e acolhedor, demonstra, ao sugar o peito ou uma mamadeira, possuir motivação de sobra, através de seu instinto e da fisiologia que lhe cobra a nutrição e os afetos, expressos pelo choro, por vezes intensos e fortes, e os movimentos mais bruscos de braços e pernas. Em outra época, cujo desenvolvimento permite certa independência de movimentos de locomoção e manipulação de objetos, vê-se outras possibilidades inerentes ao tipo de motivação na criança. No brincar, especial circunstância do cotidiano infantil, encontra-se rica fonte de informações acerca de seu mundo interno: suas emoções e pensamentos. Para a criança, que busca entretenimento de diversas formas, valendo-se de sua ilimitada criatividade, os objetivos do brincar demonstram ter pouca importância, e sim, a sua exploração; o seu meio. Ao observá-la durante a brincadeira, percebe-se que há momentos em que ela apenas age sem qualquer finalidade ao brincar. Todavia, há circunstâncias em que a criança encontra uma finalidade naquilo que está fazendo. Por exemplo, ela pode encher uma pequena pá de areia e permanecer imóvel, tentando imaginar o que fazer com aquilo. E, pode, iniciar um movimento freqüente de esvaziar a areia em uma caçamba de brinquedo. Demonstrando, assim, emprego concentrado de energia naquela atividade, além de manter-se estável na freqüência de seus comportamentos. Isto posto, pode-se caracterizar tal situação, dividindo-a em duas etapas. A primeira, em que existe o objeto (pá e areia), porém, não há uma finalidade a ser atingida. A segunda, na qual é acrescido um novo elemento: a motivação, percebida na concentração exercida durante o freqüente movimento de encher a pá com a areia e esvazia-la na caçamba, repetidas vezes. Portanto, observa-se a forte presença de motivação por meio de determinada atividade, presente em uma criança de tenra idade, aos dois anos, por exemplo. Com o avançar da idade, nota-se novo momento de se construir a motivação. Uma forma de exemplificar este processo na psicologia infantil são as competências adquiridas. Tornar-se competente em seu meio social, leva a criança à motivação. Uma habilidade motora específica nos esportes pode ser desenvolvida e isto é capaz de acionar o desejo de se empreender tal atividade com determinado empenho. O reforço externo, relativo à performance das habilidades adquiridas vindo dos pais e conhecidos, possibilita o incentivo a motivação. Se a performance for percebida pela criança, ao adquirir um aperfeiçoamento, então, poderá levá-la a uma boa auto-estima, e também à motivação intrínseca ou interna. Por outro lado, a criança que pouco percebe as suas competências, necessita de maior estímulo externo, possui baixa auto-estima e demonstra-se ansiosa, e ainda, enxerga pouca perspectiva de melhora em suas habilidades. O segredo está em conseguir conciliar o desenvolvimento da motivação intrínseca da criança (pela autopercepção dos avanços obtidos e o processo necessário), com o apoio da motivação extrínseca ou externa (avaliação dos adultos, informações a respeito, elogios verdadeiros, etc). Este tipo de desenvolvimento requer acompanhamento, contato e participação. Os afetos devem estar presentes, uma vez que são fonte fundamental de motivação, além das informações que se fazem presentes em cada situação. Boa dose de paciência e vontade complementam o arsenal de instrumentos necessários ao adulto para que colabore quanto ao desenvolvimento motivacional da criança. A motivação deve receber especial atenção e ser mais bem considerada pelas pessoas que mantêm contato com as crianças, realçando a importância desta esfera em seu desenvolvimento. A motivação é energia para a aprendizagem, o convívio social, os afetos, o exercício das capacidades gerais do cérebro, da superação, da participação, da conquista, da defesa, entre outros. Pais ou cuidadores, educadores e especialistas que lidam com as crianças podem levar em conta a construção motivacional na infância, antevendo as suas decorrências futuras, tais como a autopercepção e o hábito de desenvolver a motivação intrínseca, reduzindo a necessidade de buscar motivação extrínseca para a realização de alguma tarefa. De que maneira os adultos compreendem a motivação na infância? Que tipo de acompanhamento é oferecido à criança, visando o seu desenvolvimento global e, particularmente o desenvolvimento da motivação? Que respostas relacionadas à motivação podem ser esperadas de um adulto que pouco desenvolveu a sua capacidade motivacional intrínseca na infância? Ao compreender aspectos da motivação neste período da vida, facilita ao adulto o entendimento sobre que tipo de ajuda poderá oferecer à criança, desde que haja um compromisso nesta relação. A sua presença é fundamental. A criança se sente motivada a executar muitas tarefas em virtude do reconhecimento e impressões daqueles com quem convive, na tentativa de demonstrar a sua evolução e as conquistas que realiza. Os bons motivos serão sempre a chave para o desenvolvimento natural da criança, além de gerar harmonia entre os elementos internos e externos, parte de nossa própria natureza humana. A motivação infantil tem lugar de destaque no desenvolvimento de nossa espécie. Não é algo que deva ser fonte de preocupação posterior. É no aqui e agora que as coisas acontecem. Esta oportunidade pode passar, e então, criar dificuldades em outro momento. Colaborar já é motivo de boa qualidade no convívio atual e especial preparação para o futuro. Motive-se também! ________________________________________ Armando Correa de Siqueira Neto é psicólogo, consultor, conferencista e escritor. Desenvolve treinamentos organizacionais e palestras com Psicologia Preventiva e eventos educacionais. E-mail: selfpsicologia@mogi.com.br. Publicado no Portal da Família em 25/04/2007



Escrito por silva.eudes às 10h34
[] [envie esta mensagem]




CRISE FAMILIAR AUMENTA A VIOLÊNCIA ESCOLAR

Especialistas em educação concluem que o aumento da violência escolar se deve em parte a uma crise de autoridade familiar, onde os pais renunciam a impor disciplina aos filhos, remetendo-a para os professores. Vários especialistas internacionais estão reunidos na cidade espanhola de Valência a analisar até hoje o assunto «Família e Escola: um espaço de convivência». Os participantes no encontro, dedicado a analisar a importância da família como agente educativo, consideram que é necessário evitar que todo o peso da autoridade sobre os menores recaia nas escolas, o que obriga a "um esforço conjunto da sociedade". "As crianças não encontram em casa a figura de autoridade", um elemento fundamental para o seu crescimento, disse na conferência inaugural do congresso o filósofo Fernando Savater. "As famílias não são o que eram antes, um núcleo muito amplo e hoje o único que muitas crianças contatam é a televisão, que está sempre em casa", sublinhou. Para Savater os pais continuam a "não querer assumir qualquer autoridade", preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos "seja alegre" e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinar quase exclusivamente para os professores. No entanto e quando os professores tentam ter esse papel disciplinador, "são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que intentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os". Fonte: jornal Primeiro de Janeiro, Portugal, 10/11/2006 Publicado no Portal da Família em 06/02/2007



Escrito por silva.eudes às 10h21
[] [envie esta mensagem]




diario de bordo

07/05/07

Primeiramente foi feito uma reflexão onde cada teve a oportunidade de colocar o seu ponto de vista sobre a mensagem.

Após a mensagem tivemos dificuldade com a velocidade da internet, mas mesmo assim foi possível aprender a publicar um texto, e então publiquei o projeto.



Escrito por silva.eudes às 18h58
[] [envie esta mensagem]




03/05/07

Hoje foram aplicadas duas dinâmicas de grupo. A primeira muito interessante pois cada um pode demonstrar sua maneira de agir em relação ao colega, a moral da atividade é que nós devemos pensar o que gostaríamos de fazer para não só sacanear o colega. A segunda foi um texto elaborado pelo grupo, onde cada um fazia uma parte dando continuidade ao texto.

Na seqüência houve alguns discursos e em seguida feito uma sessão de tira dúvidas e algumas orientações como inserir fotos com mapa no blog



Escrito por silva.eudes às 07h47
[] [envie esta mensagem]




26/04/2007

Hoje fizemos várias descobertas importantes na manipulação do fotoblog. Aprendi também a fazer uso das imagens na montagem  de slides pelo site slide.com.

Foi feito o detalhamento do projeto e foi divulgado a agenda de entrega de atividades e a cerimônia de encerramento.



Escrito por silva.eudes às 22h23
[] [envie esta mensagem]






Escrito por silva.eudes às 21h08
[] [envie esta mensagem]




http://www.slide.com/r/oGxm1xUWmD-dBiaKFysWa9YeJMSgVhGE?previous_view=mscd_embedded_url

Escrito por silva.eudes às 19h28
[] [envie esta mensagem]




http://www.slide.com/r/oGxm1xUWmD-dBiaKFysWa9YeJMSgVhGE?previous_view=mscd_embedded_url

Escrito por silva.eudes às 19h25
[] [envie esta mensagem]




http://www.slide.com/r/oGxm1xUWmD-dBiaKFysWa9YeJMSgVhGE?previous_view=mscd_embedded_url

Escrito por silva.eudes às 19h24
[] [envie esta mensagem]




24/04/07

Hoje foi possivel fazer uma reflexão sobre a mensagem "a pedra" e depois a criação d o fotoblog



Escrito por silva.eudes às 00h58
[] [envie esta mensagem]




Terça-feira, 17 de Abril de 2007, 17:37


Dos 73 internos da Unei, 80% vêm de famílias desestruturadas

Graziela Moura

Dos 63 internos da Unidade Educacional de Internação (Unei) masculina e das 10 internas da Unei feminina, 80% vêm de famílias desestruturadas, boa parte são usuários de entorpecentes e quase 90% são oriundas de famílias com renda per capta de até um salário mínimo. As informações são do delegado da Delegacia do Menor, Roberto Queiroz.

A maioria dos crimes é assalto, seguidos de furto, roubo e lesão grave e por último, homicídio. Em entrevista para o douradosnews na tarde de hoje, a advogada Bárbara Ribas, que há quatro anos atua como Presidente da Comissão da Criança e do Adolescente da OAB, disse que o envolvimento desses jovens em crimes está relacionado principalmente à falta de estrutura familiar. “Normalmente, esses jovens têm pais separados ou que trabalham fora o dia inteiro”, disse.

Bárbara acredita que o processo de reinserção desses jovens se faz juntamente com os pais e a comunidade que o cerca, como a escola. Mas, Bárbara não acredita em diferenciação social. “A violência atinge aquele garoto lá da periferia, que faz um tipo de ameaça, a olho no olho, e aquele que da classe média, alta, que ameaça via Internet, através do orkut. Hoje a violência atinge todas as faixas etárias e os níveis sociais”.

A advogada não coloca culpados, cita a impunidade como fator, a desagregação familiar, a falta de assistência social e principalmente a falta de valores morais e religiosos e da busca por um ideal de vida. “Não existem culpados, toda a sociedade é culpada e se cada um não fizer a sua parte, o problema vai se transformar em uma bola de neve”.

A maioridade penal também foi criticada pela Presidente. Para ela, o projeto não resolve. “Não adianta você colocar esse jovem no sistema prisional comum. Se já na unidade de reintegração, ele não consegue se reabilitar, imagina junto com os outros presos”.

Apesar do quadro de violência que assola o País, Bárbara Ribas acredita que a violência vai diminuir em todos os níveis, se a sociedade se mobilizar. “Existem mais pessoas do bem do que do mal, por isso eu acredito em um mundo melhor

FONTE: http://www.douradosnews.com.br, 17 de abril de 2007



Escrito por silva.eudes às 20h12
[] [envie esta mensagem]






Escrito por silva.eudes às 19h45
[] [envie esta mensagem]




Titulo: A familia e a educação dos filhos

Escrito por silva.eudes às 22h31
[] [envie esta mensagem]




29/03/07

Neste primeiro encontro tivemos o detalhamento do curso, a apresentação das funções do NTE na qualificação de professores e uma amostragem do blog no site da Uol.

 

 



Escrito por silva.eudes às 22h28
[] [envie esta mensagem]







Nome da música